Última semana de “Água Moura”: duas oportunidades para assistir ao espectáculo!
19-Jul-2010
Água Moura, o espectáculo de rua itinerante que a Utopia Teatro levou ao Centro Histórico de Sintra este verão, chega ao fim esta semana, oferecendo ao espectadores ainda mais duas oportunidades para assistir ao espectáculo.
Quinta-feira, dia 22 de Julho, pelas 22h00, Água Moura decorre no interior do Palácio Nacional de Sintra, numa versão adaptada aos magníficos espaços do Jardim da Preta e do Pátio Central deste ex-libris do Património histórico e cultural de Sintra.
O espectáculo tem lugar no âmbito da iniciativa “5ªs à noite nos Museus – Verão 2010”, que tem início pelas 20h00, com uma visita comentada ao Paço Joanino, e que compreende ainda uma prova do vinho histórico de Colares e uma Mesa Redonda sobre “Património e Ambiente, dois valores a par”, que terá lugar na Sala Manuelina e que conta com a presença de Francisco Ferreira, da Quercus.
Sábado, dia 24 de Julho, com início pelas 22h00, em frente a este mesmo Palácio Nacional de Sintra, Água Moura regressa, pela última vez, à sua forma original: uma divertida e mágica viagem nocturna por seis das mais emblemáticas fontes da Vila de Sintra, colocando em cena mais de uma dúzia de personagens da história popular desta Vila e contando seis "lendas" que resgatam a memória da importância histórica e lendária da ligação de Sintra às águas.
Mais informações sobre as “5s à noite nos Museus”: clique aqui.
Utopia Teatro na Mostra da PAACS | 2 de Maio, das 10h00 às 20h00
29-Abr-2010
Dia 2 de Maio, Domingo, entre as 10h00 e as 20h00, decorre em S. Pedro de Sintra (no Largo da Feira), a MOSTRA da PAACS (Plataforma de Associações e Agentes Culturais de Sintra), de que a Utopia Teatro é um dos membros fundadores.
O evento, que conta com o apoio da Junta de Freguesia de S. Pedro de Penaferrim, consiste de uma mostra das actividades das diversas associações integrantes, bem como dos demais, individuais ou colectivos, que, no espírito dos objectivos da PAACS, se associaram também ao evento.
Na Mostra da PAACS, a Utopia Teatro vai apresentar excertos de duas das suas mais recentes produções:
A Bruxa, a Fada e o Príncipe REDUX Trata-se de um espectáculo de teatro de rua interactivo que visa promover a relação entre o público infanto-juvenil e a natureza, através da contemplação (visual e auditiva) e da interacção. O respeito pela natureza, a reciclagem e a importância e necessidade de preservar a água são alguns dos temas abordados de uma forma muito divertida.
Na MOSTRA da PAACS será apresentada uma versão REDUX ou resumida desta espectáculo: às 16h00, no Palco Principal da MOSTRA.
Água Moura
"Água Moura" é espectáculo de teatro de rua itinerante, que convida os espectadores a acompanhar cinco actores e actrizes e dois músicos à descoberta de seis das mais emblemáticas fontes do Centro Histórico da Vila de Sintra e suas “novas estórias de mouras encantadas para jograis e trovadores”. Recriam-se seis "lendas" que jogam com certos factos históricos ou pitorescos e juntam mais de uma dúzia de personagens dos séc. XII ao XVI num percurso nocturno, de fonte em fonte, de estória em estória, recriando o ambiente mourisco das mil e uma noites que anima ainda o espírito de Sintra.
Na MOSTRA da PAACS será apresentada uma das estórias que compõem este espectáculo (cuja estreia terá lugar no próximo dia 5 de Junho): às 19h15, no Palco Principal da MOSTRA.
É um policial falhado – ou de tiro ao lado. Não tem um morto – mas tem um rapto. Tem detectives – mas incapazes de desatar nós ao novelo. Tem três espias – mas uma delas só quer ir para o convento. Não tem tiroteios – mas há uma arma a rolar de mão em mão. Em Policial 2 – Chinese Connection há documentos tão secretos que para sempre secretos ficam. Há duas suspeitas e uma mulher indecisa que faz de todos indecisos. Tudo se passa em mais uma festa de família Galiano, desta feita em redor de projecções de cinema com bobines de película misteriosas e a luz a falhar vezes de mais. É uma festa que “descolou” e na qual ninguém sabe bem como se comportar a cada novo golpe de surpresa – público incluído. Sair deste espectáculo com mais pistas obscuras que respostas claras é garantido. Afinal, até mesmo entre a família Galiano ninguém parece saber muito. Atreva-se a aceitar o convite para esta festa de família invulgar. Atreva-se a fazer parte desta vertigem.
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NOTA: esta sexta-feira, dia 26 de Março, não se realizará o espectáculo. Aproveite as últimas oportunidades para assistir a Policial 2 - Chinese Connection: dia 27 de Março e dias 1, 2 e 3 de Abril, às 21h30, n'A Barraca - Teatro Cinearte.
A Barraca - Teatro Cinearte acolhe “Policial 2 – Chinese Connection”
21-Fev-2010
de 25 de Março a 3 de Abril, de quinta a sábado, às 21h30
É um policial falhado – ou de tiro ao lado. Não tem um morto – mas tem um rapto. Tem detectives – mas incapazes de desatar nós ao novelo. Tem três espias – mas uma delas só quer ir para o convento. Não tem tiroteios – mas há uma arma a rolar de mão em mão. Em Policial 2 – Chinese Connection há documentos tão secretos que para sempre secretos ficam. Há duas suspeitas e uma mulher indecisa que faz de todos indecisos. Tudo se passa em mais uma festa de família Galiano, desta feita em redor de projecções de cinema com bobines de película misteriosas e a luz a falhar vezes de mais. É uma festa que “descolou” e na qual ninguém sabe bem como se comportar a cada novo golpe de surpresa – público incluído. Sair deste espectáculo com mais pistas obscuras que respostas claras é garantido. Afinal, até mesmo entre a família Galiano ninguém parece saber muito. Atreva-se a aceitar o convite para esta festa de família invulgar. Atreva-se a fazer parte desta vertigem.
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Depois do sucesso da estreia no Centro Cultural Olga Cadaval e da temporada na Casa de Teatro de Sintra, “Policial 2 – Chinese Connection”, a nova comédia da Utopia Teatro, resultado do texto original e encenação de Nuno Vicente, sobe ao palco n'A Barraca - Teatro Cinearte (em Santos, Lisboa) para uma curta série de apresentações ao público: de 25 de Março a 3 de Abril, de quinta a sábado, sempre às 21h30.
“Policial 2 – Chinese Connection” é a continuação de “Policial”, que a Utopia Teatro levou à cena em 2006. Desta feita, o público vai reencontrar a excêntrica família Galiano cerca de dez anos depois dos acontecimentos relatados no primeiro espectáculo, para mais uma delirante comédia em volta dos clichés do film noir de Holywood.
O mote para “Policial 2 – Chinese Connection” poderia ser: “Por onde paira a verdade?”
Desta vez, a questão é aplicada no cenário, ideal, dos policiais estereotipados dos anos 50, aproveitando todos os clichés da chamada “guerra fria”, em que a arte da dissimulação, das suspeitas, sabotagens, conspirações e jogos de espiões estava ao rubro, por debaixo do gelo aparente.
Tudo conflui para o espaço de um suposto cine-estúdio, por ocasião de uma festa da qual o público é, literalmente, o convidado de honra atirado para o meio da família Galiano, mistura explosiva de sangue azul e loucura artística congénita e de bizarras excentricidades.
Mas nem tudo corre bem nesta festa da alta sociedade sintrense: D. Galiano e sua esposa, D. Alda, são raptados. Os acontecimentos precipitam-se e… eis que surge Hipólito, famoso detective privado, e o seu dedicado aprendiz, Israel. Conseguirão eles desvendar o mistério?
Segundo Nuno Vicente, este é um espectáculo feito “à medida de quem nunca entende nada de Teatro. Não há “transcendência” a buscar em “Policial 2 – Chinese Connection”. Há, isso sim, o supremo gozo de juntar um bom naipe de actores ao prazer de divertir o público. Há o propósito de envolver, surpreender o público, embalá-lo numa viagem, de non-sense em non-sense, de pista vaga a vaga pista, numa vertigem de carrossel”.
“Policial 2 – Chinese Connection” tem texto e encenação de Nuno Vicente. A música original e sonoplastia são de autoria de Bruno Béu. Rui Braz assegura o vídeo e o desenho de luz. A interpretação está a cargo de Ana Beatriz Canelo, André sobral, Carla Dias, Carla Guerreiro, Cláudia Faria, Maria Barracosa, Maria João Simões e Paulo Cintrão, e conta ainda com a participação especial de Carla Trindade, João Mais e Paulo Campos dos Reis. O espectáculo conta com o apoio da Câmara Municipal de Sintra, do Chão de Oliva – Centro de Difusão Cultural em Sintra e do Floresta Center.
“Policial 2 – Chinese Connection” sobe ao palco no dia 25 de Março, pelas 21h30, n'A Barraca - Teatro Cinearte (Largo de Santos, nº 2, Lisboa), e aí permanece até 3 de Abril, com espectáculos de quinta a Sábado. Os bilhetes custam 10 euros, 7,5 euros (grupos de cinco ou mais espectadores) e 5 euros (menores de 30 anos) e podem ser adquiridos no local, uma hora antes do início do espectáculo. Informações e reservas podem ser obtidas pelo email
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ou pelo telefone 96 624 79 34.
Trailer Assista a um excerto do espectáculo (gravado na Casa de Teatro de Sintra).
Acerca da Utopia Teatro A Utopia Teatro é uma companhia de teatro profissional sedeada em Sintra. Desde 1996, a Utopia Teatro levou à cena mais de 30 produções, a que assistiram milhares de espectadores. A aposta da companhia centra-se na dramaturgia original e na utilização de espaços não-teatrais, criando assim experiências teatrais envolventes. Para mais informações sobre a Utopia Teatro, visite www.utopiateatro.com.
Contacto Rui Braz Director de Produção Tlm.: 96 624 79 34 E-mail:
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"Laurel e Hardy vão para o céu" no Porto | 12 de Setembro, 22h00
17-Dez-2008
A Utopia Teatro participa no festival Ver Teatro 2009, organizado pelo Teatro Independente de Paranhos e pela Junta de Freguesia de Paranhos, com o espectáculo Laurel e Hardy vão para o céu, de Paul Auster, com encenação de Rui Braz. O espectáculo tem lugar no Auditório da Junta de Freguesia de Paranhos, no dia 12 de Setembro, pelas 22h00.
Laurel e Hardy constroem muros. Hoje, amanhã e no dia depois de amanhã. Laurel e Hardy constroem muros. É o que fazem. É o que são.
Não conhecem a finalidade da obra. Não conhecem o mandante da obra. Estão sós num espaço inóspito e desconhecido, tendo por guia apenas um livro de instruções que procuram seguir à risca, receando ser castigados. Conseguirão concluir a tarefa?
Laurel e Hardy vão para o céu é uma de três peças de teatro escritas por Paul Auster nos anos 70, num tempo em que o agora famoso romancista lutava para sobreviver dos parcos rendimentos obtidos com a actividade como escritor profissional. A estreia – um retumbante fracasso, segundo o próprio autor – teve lugar em 1977, num estúdio da Rua 69 em Nova Iorque, onde sete anos antes Mark Rothko, o artista plástico, se suicidara.
Laurel e Hardy vão para o céu é uma comédia amarga sobre a perda de identidade do homem contemporâneo face ao mundo globalizado e desumanizado que o rodeia, que carrega a forte influência, por um lado, de À espera de Godot, de Samuel Beckett e, por outro, das comédias burlescas de Stan Laurel e Oliver Hardy – conhecidos em Portugal como Bucha e Estica –, que marcaram Hollywood nos anos 30.
Ficha Técnica e Artística:
Texto: Paul Auster
Tradução, Dramaturgia e Encenação: Rui Braz
Música original e sonoplastia: Bruno Béu
Desenho de Luz: Rui Braz
Vídeo: Rui Braz e Bruno Béu
Cenário, Guarda-Roupa e Adereços: João Pedro Frazão
Fotografia: Francisco Gomes
Produção: Rui Braz
Interpretação: Paulo Cintrão e Ricardo Soares
Agradecimentos: Carlos Arroja
Apoio: Câmara Municipal de Sintra, Correio da Cidade, Jornal da Região, Cidade Viva,
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