Segundo Teatro '08
Festival de Teatro anima Mem-Martins

[Junho 2008 - Julho 2008]

Press-Release
Cartaz (JPEG, 150 dpi, 802 Kb)

  • Festival decorre de 28 de Junho a 28 de Julho.
  • 11 espectáculos de 10 companhias de teatro sobem à cena em 4 palcos da freguesia.
  • Todos os espectáculos têm entrada gratuita.
  • Evento organizado pela Byfurcação e Junta de Freguesia de Algueirão Mem-Martins.

O Segundo Teatro ’08, evento organizado pela Byfurcação (www.byfurcacao.com) e pela Junta de Freguesia de Algueirão Mem-Martins (www.jfamm.pt), com a colaboração especial do Floresta Center e da Utopia Teatro, arranca a 28 de Junho. Durante um mês serão 10 as companhias que apresentarão os seus mais recentes trabalhos ao público, que terá a oportunidade de assistir a 11 espectáculos em 4 palcos da freguesia: Recreios Desportivos do Algueirão, Espaço 2M, Floresta Center e Mem-Martins Sport Clube.
Segundo Teatro '08

Este ano na sua segunda edição, o Segundo Teatro cresceu: “a Byfurcação ousou dar um pequeno passo em frente na organização deste Festival, que no passado ano teve uma óptima aceitação por parte dos intervenientes, assim como dos espectadores”, afirma Paulo Cintrão, um dos organizadores. “Procurámos tornar o evento mais diversificado na oferta e também mais envolvente, para assim chegar a um ainda maior número de espectadores”. Para tanto, e para além das companhias convidadas, oriundas da área metropolitana de Lisboa, o Segundo Teatro ‘08 integra também uma série de trabalhos de companhias locais.

Os espectáculos decorrem de 28 de Junho a 28 de Julho, aos sábados e segundas-feiras, sempre às 22h00. Todos os espectáculos têm entrada gratuita.


Programação

Reticências | Escudos Humanos
28 de Junho | Espaço 2M (C.C. Bela Vista, Av. Vitorino Nemésio, Mem-Martins)

Animateatro | Valsa da Papoilas... a Sequela

30 de Junho | Recreios Desportivos do Algueirão (Estrada do Algueirão, nº 140)

Absurdo | Viver Apenas para Morrer
5 de Julho | Floresta Center (Rua António Ferreira Gomes, Lote 1-B, Tapada das Mercês)

O Grito | Huit Clos (Sem Saída)
7 de Julho | Floresta Center

Lordes do Caos | Fernando... talvez Pessoa
12 de Julho | Espaço 2M

Animateatro | Yerma

14 de Julho | Espaço 2M

Grupo 373 | Os Olhos do Mundo e a Fortuna
21 de Julho | Floresta Center

Kalpa | O Canto da Rosa
26 de Julho | Mem Martins Sport Clube (Largo Rossio da Fonte, nº 6, Mem-Martins)

Crinabel | Antes de Começar
26 de Julho | Mem Martins Sport Clube

Cateatro | A Porta do Medo
28 de Julho | Mem Martins Sport Clube

Byfurcação | Capuchinho Encarnado, nem todos os Lobos são maus

28 de Julho | Mem Martins Sport Clube


+ Informação | Contacto:
Web: www.byfurcacao.com
Email: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizá-lo.
Tlm.: 93 115 76 75 * 93 174 62 55


Organização: Byfurcação | Junta de Freguesia de Algueirão Mem-Martins
Colaboração Especial: Floresta Center | Utopia Teatro
Apoio: Recreios Desportivos do Algueirão | Mem-Martins Sport Clube | Teatro Tapafuros | Chão de Oliva | Câmara Municipal de Sintra | Valdevinos – Teatro de Marionetas | Casa das Cenas | Carlos Neves dos Santos & Herdeiros | Atrium Chaby | FC&F | Actual Sintra | Cidade Viva | Correio da Cidade | Jornal da Região | Jornal de Sintra

Reticências | Escudos Humanos
28 de Junho | Espaço 2M

Escudos Humanos
O Teatro Reticências nasceu no ano de 1995 com o objectivo de dar continuação ao trabalho realizado pelos grupos TapaFuros e Parte II. Sempre constituído por alunos da Escola Secundária de Leal da Câmara, o Teatro Reticências tem, desde então, em cada ano lectivo, apresentado o seu trabalho à comunidade escolar e participado regularmente nas iniciativas dinamizadas pela C.M.S. e outras entidades.

Sinopse
O Teatro Reticências apresenta: Escudos Humanos, de Patrícia Portela. Uma peça de acção com muitas palavras: coros, monólogos, diálogos e debates numa espécie de ópera falada trágico-greco-cómica realçada por actores, trovadores e músicos.


Ficha Técnica e Artística

  • Texto: Patrícia Portela
  • Encenação: Rui Mário
  • Idealização Cenográfica: Rui Mário
  • Figurinos: Teatro Reticências
  • Desenho de Luz: Rui Mário
  • Elenco: Ana Rita Neves | Ana Trindade | Ângela Marques | Bárbara Carlos | Carolina Salles | Catarina Salgueiro | Catarina Trindade | David Severino | Elísio Manuel | Fábio Ventura | Filipa Vasconcelos | Inês Amaro | Joana Lopes | Marco Silvestre | Nidia Roque | Nuno Oliveira | Nuno Pinheiro | Olavo Silva | Pedro Manaças | Raquel Pêgo | Susana Cheong
  • Produção Executiva: Catarina Salgueiro | Fábio Ventura | Fátima Monteiro | Marco Silvestre | Rui Mário
  • Assistência de Produção: Teatro Reticências
  • Apoio Técnico: Fábio Ventura | Gonçalo Africano | Tiago Pereira
  • Luminotecnia e Selecção Musical: Rui Mário
  • Sonoplastia: Nuno Pinheiro
  • Captação de Som e Edição de Vídeo: Fábio Ventura
  • Concepção de Cenários: António Alpande | David Severino
  • Grafismo: Catarina Trindade
  • Professoras Responsáveis: Fátima Monteiro | Manuela Martins
  • Agradecimentos: Carlos Marques | Centro Paroquial de Rio de Mouro | Conselho Executivo Escola Secundária de Leal da Câmara | Culturgest | Emanuel Ventura | Junta de Freguesia de Rio de Mouro | Luciano Barros | Maria Barros | Teatro TapaFuros | Aos pais e às mães!

http://teatroreticencias.blogs.sapo.pt

Animateatro | Valsa da Papoilas... a Sequela
30 de Junho | Recreios Desportivos do Algueirão

Valsa das Papoilas
A Animateatro – Associação de Teatro e Animação do Seixal existe desde 2001 e tem como objectivos principais a produção, divulgação e promoção do teatro junto da população local, nunca perdendo de vista outras gentes e locais de Portugal.

Sinopse
Esta valsa nada mais é do que uma exposição de pensamentos impensáveis que se materializam em momentos magniloquentes.
As Papoilas ao vento dão o mote ou o trote, para efectuarmos voos rasantes sobre a religião, a politica, o sexo, a engenharia física e até a gastronomia. Tudo isto recheado de um aroma fresco que nos emprenha as narinas e nos deixa estáticos de medo do que virá a seguir.
Uma visão sobre nós próprios, pois é disso que a comedia vive: do gozo que todos nós damos ao mestre-de-cerimónias, aquele que criou o mundo, ou só uma parte dele porque a duvida subsiste: seremos todos filhos da mãe?
“Valsa das Papoilas….a sequela” apresenta uma opiante atmosfera de azedas amarguras que se transformarão em doces gargalhadas. Assim esperamos.

Ficha Técnica e Artística
  • Concepção geral: Ricardo G. Santos | Lina Ramos | Alexandra Varela
  • Elenco: Alexandre Gregório | Patrícia Cairrão | Pedro Ribeiro
  • Adaptação: Ricardo G. Santos
  • Produção: Lina Ramos
  • Imagem Gráfica: Luis Mileu
  • Músicas: Ricardo G. Santos

www.animateatro.org


Absurdo | Viver Apenas para Morrer
5 de Julho | Floresta Center

Constituído como grupo em 1996 e formalmente como Associação Cultural em 1999, o Absurdo é um espaço humano onde fundamentalmente se conjugam esforços na partilha de projectos e ideias teatrais. O grupo tem participado no Festival de Teatro de Sintra, onde já arrecadou 4 prémios individuais.

Sinopse
O grupo Absurdo apresenta o absurdo… em forma de comédia! Através do absurdo do irreal transparece o ridículo do real. Uma adaptação de textos de Harold Pinter e Yvette Centeno, que explora questões como a utilidade do indivíduo, a dependência de fármacos, a obrigatoriedade
imposta pelo meio, a incapacidade de amar e outras coisas intelectuais que soam bem… Ou talvez não explore nada disto… Mas certamente que dá a conhecer mistérios da vida civilizada! Por exemplo, que as capicuas dão uma sorte danada, como amar sem flores no quarto e sem pássaros na gaiola, como não sujar a carpete de sangue, como sobreviver a uma entrevista de emprego ou o que é um injector de esferas ocas anti-ressumação.
O espectador tem o livre arbítrio de rir, chorar, dormir, tirar conclusões inexistentes, ver “sense" no "non-sense" e vice-versa... Enfim… vivemos apenas para morrer.

Ficha Técnica e Artística
  • Encenação: Ruben Gonçalves
  • Elenco: Filipe Gonçalves | Luis Russo | Marisa Ramos | Marta Antunes | Nuno
  • Lacerda | Ruben Gonçalves | Sandra Nery | Sofia Bento | Tânia Faísca

O Grito | Huit Clos (Sem Saída)
7 de Julho | Floresta Center

Huit Clos (Sem Saída)
Huit Clos (Sem Saida)
"O Grito" é, no teatro vicentino, a forma específica de prevenir o público de que o espectáculo vai começar, uma versão lusa das "pancadas de Molière". Mas a denominação que escolhemos é também sinal de empenho num teatro que questiona e incomoda. Um teatro que não é "de intervenção" – fórmula sempre redutora – mas que se quer interventor. Para que, num mundo cada vez mais acrítico e conformista, o teatro possa ser ainda "o Grito".

Sinopse
Imagine um lugar do qual não possa escapar. Coloque-se nele ao lado das duas pessoas que mais o incomodam. Bem vindo ao inferno de Sartre.
O inferno de Sartre é uma parábola da vida. Um inferno diferente. Um inferno sem privacidade, nem noite, nem sono. Nele todos estão em eterna vigília. “O inferno são os outros”. Esta frase resume bem “Huis Clos”. É, sem dúvida, uma afirmação, hoje mais do que nunca, incómoda, mas talvez oportuna, numa sociedade crescentemente dominada pelos valores da imagem e da aparência.
Esta peça foi escrita por Jean-Paul Sartre em 1944, durante a ocupação nazi de Paris, mas os seus temas permanecem actuais. A velocidade da vida moderna, a ambiguidade moral, a busca hedonista, a vaidade social, são abordados de forma irónica e provocadora. Os personagens vão permanecer juntos por toda a eternidade e cada um revelar-se-á o inferno do outro. Neste microcosmos fica patente a falta de cumplicidade entre as pessoas, a dificuldade de se tentar entender o outro e conviver com as diferenças de cada ser humano. “Huis Clos” põe a nu a hipocrisia de uma sociedade onde cada um se baseia no próximo para se poder comparar, reconhecer ou competir, onde cada um projecta no outro toda uma carga de culpa, eximindo-se à responsabilidade própria.
O inferno experimentado pelos personagens prefigura o mundo contemporâneo, unificado pela tecnologia, imobilizado pelo pragmatismo e preso à monotonia da repetição massificadora. Talvez esta seja, por isso, uma boa altura para retornar a Sartre.

Ficha Técnica e Artística
  • Texto: Jean-Paul Sartre
  • Encenação e tradução: José Vaz
  • Elenco: Anabela Neves | João Vasco Henriques | Rui Silva | Vanessa Soares
  • Cenografia e luminotecnia: Jorge Xavier
  • Sonoplastia: Nuno Nascimento
  • Figurinos: José Vaz – São/Oficina dos Farrapos
  • Grafismo: Nuno Nascimento | Jorge Xavier
  • Caracterização: Graça Neves
  • Produção: Joana Nascimento

Lordes do Caos | Fernando... talvez Pessoa
12 de Julho | Espaço 2M

Sinopse
Três jovens actores pretendem montar uma peça sobre Fernando Pessoa. Contratam outros actores através de anúncio e vão relatando a vida e obra do poeta. Joga-se um triângulo amoroso entre os actores. Tudo termina como começou, pouco mais de uma hora depois, pela qual passam os heterónimos, Bernardo Soares, o professor Dantas, Almada Negreiros e o ainda menino Pessoa.

Ficha Técnica e Artística
  • Texto: Jaime Salazar Sampaio
  • Elenco: Gonçalo | Tiago | Júnior | Telma | Inês | Rita | Carina | Susana | Roberta | Vanessa

Animateatro | Yerma
14 de Julho | Espaço 2M

Yerma
A Animateatro – Associação de Teatro e Animação do Seixal existe desde 2001 e tem como objectivos principais a produção, divulgação e promoção do teatro junto da população local, nunca perdendo de vista outras gentes e locais de Portugal.

Sinopse
O porquê deste texto?
Lorca nas suas tragédias tem sempre como elemento principal a frustração, o conflito entre o desejo e a realidade, e a confrontação com os convencionalismos. Numa época em que se discute o aborto, a “fabricação” de crianças, abusos sexuais, exploração infantil, entre outras formas de “excessos”, este texto revela uma mulher, que simplesmente, quer ter um filho nos braços, para se sentir viva e sentir que o seu papel neste universo é cumprido. Mas a intransigência do marido e a possível infertilidade, fazem com que esse desejo não se realize. Mais do que a questão da esterilidade ou da maternidade frustrada, o que está superiormente expresso em termos poéticos e simbólicos em Yerma é a tragédia de todos os que não conseguem realizar a sua plenitude vital ou que vêem definhar o seu potencial criativo, em razão da ignorância, do preconceito, da repressão ou das forças desencontradas do destino. Yerma significa: árida, pouco fértil e desértica. A peça trata da história de uma mulher que não consegue engravidar. Este facto atinge o seu casamento, e a sua vida aos poucos torna-se insuportável. Ela procura a gravidez, tenta sentir vida no seu ventre, no seu peito, não o conseguindo, e a grande reviravolta na cabeça de Yerma, dá-se, quando uma velha, inflama-lhe a mente cogitando a possibilidade de ser o seu marido estéril. O adultério poderia solucionar o impasse, mas a moral da época e da personagem, impedem-na de consumá-lo. Ponto culminante da tragédia, Yerma agora parte para a vingança contra esse homem opressor e machista.

Ficha Técnica e Artística
  • Texto: Federico Garcia Lorca
  • Encenação, tradução e adaptação do texto: Ricardo G. Santos
  • Elenco: Lina Ramos | João Zhoraide | João Ascenso | Claudia Palma | Catarina Lourenço | Nicole Santos | Marta Pessoa | Tânia Sacramento
  • Vozes gravadas: Patrícia Moreira | Rita Araújo
  • Cenografia/Guarda Roupa: Joana Gomes
  • Imagem gráfica: Luis Mileu
  • Composição sonora: Paulo Mendes
  • Assistência técnica: Nuno Santos
  • Produção: Animateatro

www.animateatro.org

Grupo 373 | Os Olhos do Mundo e a Fortuna
21 de Julho | Floresta Center

Os Olhos da Fortuna e o Mundo
Fortune and Men’s Eyes
(título retirado do Soneto XXIX de Shakespeare) é uma peça crua e amarga sobre a degradação e a brutalidade física e moral num reformatório masculino.
O protagonista é SMITTY, que cumpre uma pena de seis meses por um delito menor.
A peça foca a sua transformação de um ser humano essencialmente não criminoso e até um pouco naïf num prisioneiro empedernido, que acaba por se tornar ainda mais insensível e cínico do que os companheiros de cela.

Os companheiros de cela são três: ROCKY, oportunista, manhoso e gabarolas; QUEENIE, agressivamente “bicha” quando lhe convém, que manobra o sistema iníquo do reformatório em seu proveito; e LEO (“Mona Lisa”), um rapaz meigo que aprendeu a separar corpo e consciência para ir sobrevivendo.
A interacção destes personagens cria a dinâmica da peça, uma tensão sombria que resulta na corrupção final de Smitty.

Ficha Técnica e Artística
  • Texto: John Herbert
  • Tradução, adaptação e encenação: José Neto
  • Assistente de encenação: Paulo Brito
  • Elenco: João Vicente | José Redondo | Tomás Alves | Luís Lobão

www.grupo373.blogspot.com


Kalpa | O Canto da Rosa
26 de Julho | Mem Martins Sport Clube

O Canto da Rosa
Kalpa – Comunicação e Cultura: Cooperativa Cultural que reúne profissionais nas áreas de teatro, música, produção, design e audiovisual. São atributos da Kalpa: Espectáculos de Teatro, Dança, Música, Novo Circo; Composição e Personalização de Componentes Artísticas para a Organização de Eventos, nomeadamente desenvolvimento de propostas/pacotes de animação; Formações em competências artísticas para Público adulto - enquadramentos em sectores organizacionais, para melhoramento profissional - e infantil - enquadramento lúdico-pedagógico; Concepção personalizada de suportes de Comunicação (design, audiovisual e multimédia); Projectos de Intervenção Social e Cívica – adequação e proposição de propostas ao âmbito de intervenção social, cívica e educacional, junto de comunidades segregadas, sob o princípio “Educar pela Arte”.

Sinopse
Grande Noite de Fados n'O Canto da Rosa! D. Maria da Rosa, gerente da Casa,apresenta a já consagrada Rosa Maria, fadista de primeira, rudemente traída por seu marido - o Viola, esse ingrato - com uma singela e impúdica Rosinha, estreante fadista trepadeira! E no meio da canalhice, não falha a boémia trocista em comentar a tragédia! Entre Rosas, Amor e Fadistagem, uma Noite de Fado Castiço, com Vinho e Chouriço!

Ficha Técnica e Artística
  • Dramaturgia e Encenação: Ana Sofia Paiva
  • Elenco: Anabela Tomás | Ana Sofia Paiva | Cristina Andrade | Luciana
  • Ribeiro | Rodrigo Augusto (viola) | Tiago Morna (guitarra portuguesa)
  • Cenografia e Figurinos: Colectivo Kalpiano
  • Produção: Kalpa – Comunicação e Cultura CRL
  • Fotografia: Martim Ramos
  • Comunicação Gráfica: Quantum Community

www.kalpa.pt

Crinabel | Antes de Começar
26 de Julho | Mem Martins Sport Clube

Antes de Começar
O grupo CRINABEL TEATRO, fundado em Outubro de 1986, nasceu de um atelier de actividades expressivas já existente na Escola Crinabel. Em 1989 iniciou 4 anos de Formação Profissional em teatro subsidiada pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional. A partir de 1993 e até hoje afirma-se como uma estrutura autónoma que sobrevive de escassos apoios estatais e da boa vontade da instituição que deseja manter de pé este projecto artístico.
Conta actualmente com 17 actores, um director artístico, uma coordenadora executiva, um encenador, um coreógrafo, uma professora de expressão corporal, um técnico de ofícios do espectáculo e uma coordenadora geral.


Sinopse

A I Grande Guerra abala a Europa e os artistas de todo o mundo buscam incessantemente na Arte o grande aliado para comunicar à Humanidade as perturbações ideológicas, sociais e políticas do seu tempo.
Vão nascendo os manifestos das várias correntes artísticas. Os artistas das várias linguagens cruzam experiências e iniciam um impulso criativo que marcará a arte até aos nossos dias.
Almada Negreiros, escritor e artista plástico, é um dos rostos da arte portuguesa do início do século XX. Projectou as suas inquietações em obras que marcaram definitivamente a história da nossa cultura.
No seu Antes de Começar, Almada Negreiros proclama a necessidade de comunicar, de criar no Homem a ânsia da descoberta, da contemplação do universo enquanto grande espaço onde se cruzam as vidas, os diferentes indivíduos, que se tornam cada vez mais ricos, se permitirem a si mesmos, fazerem parte de uma totalidade consciente das diferenças e da riqueza que essa heterogeneidade pode trazer às relações e à criação.
Fortemente influenciadas pela grande mestria de Almada Negreiros nas artes plásticas, as personagens de Antes de Começar são dois bonecos que se vão descobrindo num exercício de estilo que combina a fantasia do universo plástico de Almada com uma simplicidade da narrativa, que apesar de tudo se torna profundamente clara na sua mensagem: é urgente comunicar.

Ficha Técnica e Artística
  • Concepção: criação colectiva do Crinabel Teatro
  • Direcção de actores: Marco Paiva
  • Assistência de encenação: Milú Neto
  • Música: Pascal Comelade
  • Desenho coreográfico: Tathiana Lobo
  • Iluminação e som: Leonardo Neto
  • Figurinos: sara Brás
  • Execução dos figurinos: Olga Ferreira
  • Cenografia. Francisco Brás | João Alberto
  • Direcção de produção: Milú Neto
  • Produção: Crinabel Teatro
  • Elenco: Ana Isabel Dias | Ana Rosa Teixeira | António Coutinho | Andreia Farinha | Carlos Jorge | Carolina Mendes | Filipe Madeira | Joana Ivo Cruz | João Léon | João Pedro Conceição | Manuela Ferreira | Rui Fonseca | Sérgio Duarte | Tiago Barata | Tomás Almeida.

http://crinateatro.blogspot.com

Cateatro | A Porta do Medo
28 de Julho | Mem Martins Sport Clube

A Associação de Surdos de Sintra nasceu no dia 7 de Outubro de 2007, motivada pela necessidade, como grupo organizado, de divulgar a linguagem gestual, para melhor compreensão das vontades, medos e problemas desta comunidade.
No dia 7 de Abril de 2008, à volta de uma interessante dinâmica e vontade de se lançarem para outros desafios, fruto do apoio da Junta de Freguesia de Algueirão Mem-Martins e dos Recreios Desportivos de Algueirão, surgiu o Cateatro.
Assim, o Cateatro abre a porta ao SEGUNDO TEATRO, encontro de vários sentires nas artes cénicas, para fazer a sua estreia com um teatro feito por quem tem muitos medos, até medo de ser diferente.

Sinopse
A Porta do Medo é um exercício teatral composto por uma cena quotidiana simples, abordada por vários personagens e pelo medo, como se o mesmo fosse a contracena de uma estória de silêncio.
Com medo, aproximamo-nos da sua energia e convertemo-la no carburante dos nossos desejos e projectos.
Porque de facto verificamos quase todos os dias que aquilo que um indivíduo consegue com toda a facilidade pensar com medo pode ser impossível de pensar sem medo para um outro.
O medo de ser abandonado ou o medo de morrer muitas vezes está na origem de grandes realizações e de notáveis obras-primas. É o medo do vazio que impulsiona a comunicação com os outros e com nós mesmos. È o silêncio que a porta ora nos mostra ora nos ilude. A porta (e o medo) ao abrir pode tornar-se uma verdadeira oportunidade para aprender a ultrapassar o que nos atormenta e ajudar a ganhar confiança. Indo assim ouve-se a vida.

Ficha Técnica e Artística
  • Ideia e concepção geral: Jozé Sabugo
  • Elenco: Cátia Pleno | Hugo Gracinhas | Luis Alcobia | Manuel Gracinhas | Márcia Marques | Paulo Cordeiro | Nuno Gracinhas | Nuno Cordeiro

Byfurcação | Capuchinho Encarnado, nem todos os Lobos são maus
28 de Julho | Mem Martins Sport Clube

Capuchinho Encarnado
Capuchinho Encarnado
A Byfurcação – Associação Cultural e Juvenil nasceu em meados do ano 1998 com o objectivo de fazer e mostrar diferentes formas de arte, com destaque para o Teatro. Apareceu ao público pela primeira vez em 31 de Julho de 1999.
Desde a sua criação aposta essencialmente na simplicidade e minimalismo como imagem de marca dos seus inúmeros trabalhos

Sinopse
Na floresta, quem manda é o Lobo. A floresta é o seu domínio. Não há folha que caia que ele não veja, não há esquilo que espirre que ele não ouça, não há flor que polarize que ele não cheire, não há morango que… que… ele não prove, não há estação ou apeadeiro que ele não sint(r)a…
O que interessa é que um dia entra por ali dentro o Capuchinho! Desde esse momento a pacata vida do Lobo é transformada e transtornada. O Capuchinho entra na floresta, o Lobo entra na casa da Avó, a Avó entra no bingo com três bilhetes não sorteados, o Antunes deve estar a chegar e a voz-off insurge-se contra a vizinha do rés-do-chão.
É assim a pacata vida do Lobo.

Um espectáculo divertido, para miúdos e graúdos, onde se percebe que nem sempre os lobos são maus e que qualquer história tem sempre dois lados. Rir do princípio ao fim é obrigatório nesta paródia a um conto infantil popular.

Ficha Técnica e Artística
  • Texto e encenação: criação colectiva
  • Sonoplastia, luminotecnia e montagem: Fábio Ventura | João Frazão | Francisco Santos Garcia
  • Cenografia, adereços e figurinos: João Frazão
  • Cartaz: Sérgio Gonçalves | Ana Rita Neves
  • Imagem: João Vicente
  • Gravações áudio: Jorge "Facas"
  • Elenco: Paulo Cintrão | Ricardo Soares | Sérgio Gonçalves
  • Produção executiva: Ana Rita Neves | Fábio Ventura

www.byfurcacao.com