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[Agosto 2006 - Outubro 2006]
Depois do sucesso de Água Moura (Sintra, 2003), Feira do Al-Ado (Algueirão, 2004) e Viajante da Lua (Sintra, 2005), a Utopia Teatro - em co-produção com a Byfurcação - regressa ao teatro de rua com O Espírito da Lua.
Com texto e encenação de Nuno Vicente e Susana Guimarães, O Espírito da Lua conta com a participação de 7 actores e actrizes que se desdobram em dezenas de personagens numa mão cheia de estórias em tom de comédia que ficcionam aspectos históricos de Sintra e suas gentes. As saloias no Chão de Oliva; as damas e fidalgos da corte no Paço da Vila; D. Sebastião ouvindo Camões recitar Os Lusíadas; os Templários e os caçadores de tesouros; D. Fernando II e a Condessa de Edla de volta das estufas do Parque da Pena são algumas das personagens e locais que fazem com que O Espírito da Lua viva eternamente em Sintra.
Ler mais: O Espírito da Lua |
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[Fevereiro-Março 2006]
Espias e espiões, inspectores e detectives, aristocratas excêntricos e actrizes da Broadway reúnem-se para descobrir o mistério que se esconde em mais uma produção da Utopia Teatro: Policial.
Sinopse:
Um morto. Irmão do principal suspeito. Uma última festa da importante família Valenças e do seu patriarca, D. Galiano - mestre de escultura e principal suspeito - em véspera da partida para o Brasil. Ler mais: Policial |
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[Abril 2005 - Maio 2005]
Uma troupe de saltimbancos sem eira nem beira viaja de terra em terra representando o Auto da Lusitânia de Gil Vicente, no qual se contam as complicações amorosas da bela Lusitânia, filha do Sol, e do generoso cavaleiro e caçador de seu nome Portugal.
Mas nem tudo está bem entre Dino, o Ensaiador, e seus pupilos da Real Troupe: uma conspiração silenciosa está em curso e a revolta dos actores é eminente. Quando a sétima vela estiver acesa… será a vez de Beltrão, o maquiavélico, tomar o poder e apresentar ao público a sua versão - com lantejoulas - do Auto da Lusitânia.
Quem sairá vitorioso desta contenda? Cabe ao público decidir da sorte da Real Troupe… Ler mais: Auto da Conspiração |
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[Dezembro 2004 - Fevereiro 2006]
Pastor, pastorzinho, O que viste ali? Vi uma oliveira a fazer chichi. Pastor, pastorzinho, O que viste além? Um boi a comer pastéis de Belém. Pastor, pastorzinho, Que viste na aldeia? Vi um autocarro a pedir boleia. Pastor, pastorzinho, Que viste no rio? Um peixe com botas por causa do frio. Pastor, pastorzinho, Que vês tu aqui? Um burro que fala, pois vejo-te a ti.
E se bastasse uma só gata - nada parecida com tantas outras -, meia dúzia de poemas - nada sérios como os dos "crescidos" - e uma regra de jogo - nada difícil como noutros jogos - para construirmos uma "pequenina casa de bonecas" onde a Imaginação possa entrar, pé ante pé, pela porta ou pela janela, para lá dentro, connosco, crescer e fazer-se gigante?
A resposta está nas aventuras da Gata Tareca, da Menina das Perguntas Impossíveis e do Rapaz da Televisão. Em Um Miiaaauuuu de Poemas!, Poesia rima com Alegria e Liberdade rima com Possibilidade.
Neste espectáculo para toda a família exploramos o surreal e onírico mundo da poesia de Luísa Ducla Soares, divertindo e despertando os pequenos espectadores para a literatura. Ler mais: Um Miiaaauuuu de Poemas! |
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