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Bom Dia Sr. Escultor! é uma animação interactiva que visa promover o conhecimento, por parte do público infanto-juvenil, da obra de Anjos Teixeira e do património do Museu homónimo através de uma actividade lúdico-pedagógica.
A actividade tem a duração de 45 minutos (aproximadamente), sendo destinada a crianças e jovens dos seis aos doze anos.
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A Bruxa, a Fada e o Príncipe – em busca dos sons no jardim – é uma animação interactiva que visa promover a relação entre o público infanto-juvenil e a natureza, através da contemplação (visual e auditiva) e da interacção. O respeito pela natureza, a reciclagem e a importância e necessidade de preservar a água são alguns dos temas abordados de uma forma muito divertida!
Esta actividade tem a duração de 45 minutos (aproximadamente) e destina-se a crianças e jovens dos seis aos doze anos.
Sinopse: A Bruxa Dura d’Ouvido lançou um terrível feitiço sobre o Príncipe Musical: deixou-o sem melodia e sem ritmo! Sem oposição, a Malvada Bruxa prepara-se para envenenar o jardim e, depois, todo o planeta. Cabe às crianças ajudar o Princípe e a Fada no seu combate contra a Bruxa.
O malvado Dom Bom Bom roubou o Dia de Natal. Sem Dia de Natal também não há véspera de Natal, nem consoada, nem presentes... que horror! Será que o Sr. Bigodão Doce e os seus amigos vão conseguir recuperar o Dia de Natal?
Sinopse Tó Sonecas prepara o Natal em sua casa. Contando os dias que faltam para o dia mágico, descobre... que falta o Dia de Natal! Assustado, corre a procurar a ajuda do Sr. Bigodão Doce e da Abóbora Menina. Juntos, analisam o problema: sem Dia de Natal também não há véspera de Natal, nem consoada, nem presentes... que horror!
É então que recebem uma chamada telefónica do terrível Dom BomBom: ele roubou o Dia de Natal e agora pede um avultado resgate – um conjunto de estranhos presentes, impossíveis de encontrar – para o devolver.
O Sr. Bigodão Doce e os seus amigos vão percorrer o mundo inteiro numa aventura cheia de perigos e peripécias. Será que vão conseguir recuperar o Dia de Natal?
“O utopismo consiste na ideia de idealizar não apenas um lugar, mas uma vida, um futuro, ou qualquer outro tipo de coisa, numa visão fantasiosa e normalmente contrária ao mundo real. O «utopismo» é um
modo não só absurdamente optimista, mas também irreal de ver as coisas do jeito que gostaríamos que elas fossem.”
- in Wikipedia (marca da utopia contemporânea do saber virtual)
Micro Utopias é um ciclo de quatro performances desenvolvidas em torno do tema da utopia versus distopia, a partir de textos fundamentais da filosofia renascentista e contemporânea, de textos dramáticos e textos da literatura de ficção científica.
Partindo da pergunta “Que utopias são possíveis na contemporaneidade?”, desenvolvemos quatro performances com uma forte componente audiovisual que procuram abrir quatro possibilidades de questionamento artístico e filosófico, que pretendemos partilhar num ponto de encontro da “Geração MTV”.
Performances:
Fim com Bomba Siga o link para obter fotos e assistir ao vídeo.
Antecipar Siga o link para obter fotos e escutar o podcast.
Utopia Siga o link para obter fotos e assistir ao vídeo.
Um espectáculo visualmente expressionista com personagens em registo naturalista, procurando um efeito patético; de arquitectura renascentista com nuances simbolistas e espírito rococó; construção de personagem à Stanislavsky e desenho de luzes à Bob Wilson. Um espectáculo feminista-demodée sobre maldades, mentiras, fealdade e redenção. Um espectáculo que põe em diálogo seis mulheres, duas épocas, dois planos, duas interpretações.
Joga-se ora o século XVI ora o XXI. Joga-se a transposição para teatro comercial de uma investigação histórica académica. Joga-se a vivência de seis mulheres no espaço de um teatro em luta pela suposta verdade de três personagens. Joga-se a experiência absurda de um morto no Iraque a ladear três outros fantasmas históricos.
Se já está confundido... bem vindo à nossa Era Híbrida, bem vindo a Renaissance!