Uma Noite no Palácio Criar PDF Versão para impressão Enviar por e-mail
[Julho 2011 - Agosto 2011]

Palácio Nacional de Sintra, Centro Cultural Olga Cadaval e Utopia Teatro apresentam
um espectáculo da UTOPIA TEATRO com DANÇAS COM HISTÓRIA e SINTRA ESTÚDIO DE ÓPERA


de 8 Julho a 14 Agosto
Sexta, Sábado e Domingo, 21h30
(excepto 10 e 22 Julho)
PALÁCIO NACIONAL DE SINTRA

Press-Release
Fotos

Viaje até ao século XVI, junte-se à corte de El-Rei D. Manuel I e experimente o luxo e o requinte de Uma Noite no Palácio. Acompanhe 23 actores, músicos e bailarinos numa experiência teatral única: à “jóia da coroa” que é o Palácio Nacional de Sintra juntámos o olhar romântico de Almeida Garrett sobre o teatro de Gil Vicente, a música e a dança renascentistas.

***

Gil Vicente organiza um grandioso espectáculo no Paço de Sintra para as cerimónias de despedida da Infanta D. Beatriz, que está de partida para Itália, onde casará com o Duque de Sabóia. Mas o coração da Infanta pertence ao poeta Bernardim Ribeiro, que num assomo de romantismo se faz passar por uma das actrizes de Gil Vicente, para assim chegar perto da sua amada. Um amor proibido em risco de ser descoberto por El-Rei D. Manuel I e por Chatel, maquiavélico embaixador italiano...
Poderá o amor triunfar perante a adversidade?


Texto a partir de Um Auto de Gil Vicente, de Almeida Garrett
Dramaturgia e Encenação Nuno Vicente
Figurinos Câmara dos Ofícios | Danças com História
Desenho de Luz Rui Braz | Nuno Teixeira
Interpretação Amílcar Azenha | André Sobral | Carla Trindade | João Mais | Paulo Campos dos Reis | Paulo Martins | Sandra Canelas
Música Sintra Estúdio de Ópera – Ensemble La Peña
Dança Danças com História
Direcção de Produção Rui Braz
Co-Produção Utopia Teatro | Palácio Nacional de Sintra | Centro Cultural Olga Cadaval
Apoio Câmara Municipal de Sintra | Jornal de Sintra | Jornal da Região | Correio de Sintra | Cidade Viva, Actual Sintra


Os Ensaios:
Fotos de Paulo Martins
(clique aqui ou sobre as imagens para ver mais fotos)

Fotos de Cena:
Fotos de Cláudio Marques
(clique aqui ou sobre as imagens para ver mais fotos)


O que dizem os espectadores:
"Muito bom! Parabéns!"
"O espectáculo estava excelente."
"Gostei muito das figuras vestidas a rigor."
"Boa adaptação, boa encenação, bom desempenho de todos os membros da Utopia Teatro!"
"Muito bom, com muita história."
"Excelente!"
"Muito bom! Deveria haver mais espectáculos dentro de monumentos históricos."
"Deslumbrante!"

Uma Noite no Palácio @ Antena 2: Uma Noite no Palácio @ Antena 2 by utopiateatro


***

Sobre "Uma Noite no Palácio"


Uma Noite no Palácio é uma adaptação de Um Auto de Gil Vicente, da autoria do poeta romântico Almeida Garrett. O texto apresenta uma particularidade: o primeiro acto passa-se justamente no Palácio Nacional de Sintra. Contudo, Um Auto de Gil Vicente nunca ali foi levado à cena: Garrett encenou a peça no Teatro da Rua dos Condes em 1838 e Luís Miguel Sintra, para a Cornucópia, levou o texto à cena no Teatro do Bairro Alto, em 1996. Uma Noite no Palácio constitui assim um reencontro do texto com a sua cena natural: a Sala dos Archeiros, o Pátio Central e a Sala dos Cisnes do Palácio Nacional de Sintra.

Drama Histórico. Manifesto Romântico e Trágico de Almeida Garrett. Um olhar factual mas fantasioso do séc. XIX sobre Portugal e a sua “Idade de Ouro” – os Descobrimentos –, debruçado no Paço Real de Sintra. Teatro dentro de Teatro. História e ficção. Intrigas Palacianas. Jogos de poder. Um triângulo amoroso.

Com tudo isto e muito mais vai o público deparar-se assim que mergulhar nesta “experiência de luxo, a preço de saldos”, em paralelo com esta época de trevas e caos, tal como era também Portugal à época de Garrett e tal como a morte de Gil Vicente anunciava já o fim da “Idade de Ouro” de Portugal, no século XVI. A História repete-se. E o teatro reinventa-se sempre entre História e Ficção, Micro e Macro, Tempo e Espaço, Luz e Sombra.

De tudo isso moldados e afinados possamos todos juntos fazer proveitosa esta viagem de Uma Noite no Palácio. E se parecer assustadora demanda, lembremo-nos sempre destas palavras de Almeida Garrett na introdução-manifesto desta obra:

“Mas eu não quis só fazer um drama, sim um drama de outro drama, e ressuscitar Gil Vicente a ver se ressuscitava o Teatro. (…) Aqui têm o que é o “Auto de Gil Vicente” e nunca pretendeu ser mais. Foi uma pedra lançada no edifício do nosso Teatro, que já chamou outras muitas.”

Nuno Vicente
 
Seguinte >
 
Joomla Templates by JoomlaShack Joomla Templates by Compass Design