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Antecipar

Partimos de Especulações e uma Máquina, de Luís Naves, para criar “Antecipar”. Propõe-se a experimentação com um “novo” método de criação teatral, avançado há alguns anos pela companhia belga The Stan Group, que visitaram o nosso país por algumas vezes: a cada um dos intervenientes na performance é dado apenas um fragmento do texto, acompanhado de indicações gerais sobre o que o sentido geral da performance. Os intervenientes ensaiam a sós, em total liberdade e secretismo. Só se encontram no preciso momento em que tem início a performance.

Inúmeras figuras do meio artístico sintrense participaram nas quatro apresentações de "Antecipar":
  • Nuno Vicente: director artístico, Utopia Teatro
  • Pedro Alves: director de produção, Teatromosca
  • Ricardo Soares: actor, Byfurcação
  • João Mais: actor
  • Mário Pereira: actor
  • Carla Trindade: actriz, Utopia Teatro
  • Hugo Luz: actor, Utopia Teatro
  • Jozé Sabugo: director artístico, Casa das Cenas
  • Rui Mário: director artístico, Teatro Tapafuros
  • Paulo Cintrão: director artístico, Byfurcação
  • Nuno Freitas: actor, Utopia Teatro
  • Carla Dias, actriz, Absurdo Teatro
  • Paulo Campos dos Reis, director artistico, Teatromosca
  • Filomena Oliveira: dramaturga
  • Filipe Araújo: actor
  • Cláudia Faria: actriz, Companhia de Teatro de Sintra
  • Luís Filipe Sarmento: escritor e tradutor
  • Rosália Maça: actriz, Utopia Teatro
  • Filipe Gonçalves: actor, Absurdo Teatro
  • Rocha: músico
  • Francisco Gomes: actor e artista vídeo, Utopia Teatro
  • Rui Braz: director de produção, Utopia Teatro
  • Vanessa Muscolino: artista plástica

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No dia 30 de Junho, a performance conheceu um importante complemento: "Entre utopia e distopia", comunicação de Jorge Martins Rosa.

Jorge Martins Rosa
Defendeu recentemente o doutoramento em Ciências da Comunicação com uma tese sobre a recepção (ciber)cultural da obra de Philip K. Dick.
Lecciona no departamento de Ciências da Comunicação da FCSH (Universidade Nova de Lisboa), e os seus interesses de investigação situam-se no cruzamento entre a literatura, a ciência e tecnologia, e a cultura contemporânea.

"Entre utopia e distopia"
Enquanto género literário, a utopia conta com uma longa tradição; a distopia, em contrapartida, parece ser exclusiva ao século XX, período em que, em contrapartida, a utopia parece ter passado de moda. Essa relação entre utopia e distopia, bem como o facto de distopia e ficção científica serem aparentemente aliados naturais, será o tema a discutir.

Oiça aqui a comunicação de Jorge Martins Rosa:




 
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