Viaje até ao século XVI, junte-se à corte de El-Rei D. Manuel I e experimente o luxo e o requinte de Uma Noite no Palácio. Acompanhe 23 actores, músicos e bailarinos numa experiência teatral única: à “jóia da coroa” que é o Palácio Nacional de Sintra juntámos o olhar romântico de Almeida Garrett sobre o teatro de Gil Vicente, a música e a dança renascentistas.
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Gil Vicente organiza um grandioso espectáculo no Paço de Sintra para as cerimónias de despedida da Infanta D. Beatriz, que está de partida para Itália, onde casará com o Duque de Sabóia. Mas o coração da Infanta pertence ao poeta Bernardim Ribeiro, que num assomo de romantismo se faz passar por uma das actrizes de Gil Vicente, para assim chegar perto da sua amada. Um amor proibido em risco de ser descoberto por El-Rei D. Manuel I e por Chatel, maquiavélico embaixador italiano... Poderá o amor triunfar perante a adversidade?
Texto a partir de Um Auto de Gil Vicente, de Almeida Garrett Dramaturgia e Encenação Nuno Vicente Figurinos Câmara dos Ofícios | Danças com História Desenho de Luz Rui Braz | Nuno Teixeira Interpretação Amílcar Azenha | André Sobral | Carla Trindade | João Mais | Paulo Campos dos Reis | Paulo Martins | Sandra Canelas Música Sintra Estúdio de Ópera – Ensemble La Peña Dança Danças com História Direcção de Produção Rui Braz Co-Produção Utopia Teatro | Palácio Nacional de Sintra | Centro Cultural Olga Cadaval Apoio Câmara Municipal de Sintra | Jornal de Sintra | Jornal da Região | Correio de Sintra | Cidade Viva, Actual Sintra
Os Ensaios:
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Fotos de Cena:
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O que dizem os espectadores: "Muito bom! Parabéns!" "O espectáculo estava excelente." "Gostei muito das figuras vestidas a rigor." "Boa adaptação, boa encenação, bom desempenho de todos os membros da Utopia Teatro!" "Muito bom, com muita história." "Excelente!" "Muito bom! Deveria haver mais espectáculos dentro de monumentos históricos." "Deslumbrante!"
Quatro homens. Um quarto de motel. Uma stripper. Um fim de noite surpreendente...
Eles são quatro motoristas de transportes públicos. Dois são irmãos: o mais novo, ainda a recuperar de um “estranho colapso nervoso”, vai casar-se para a semana; o mais velho decidiu organizar uma despedida de solteiro para concretizar a sua mais delirante fantasia sexual. Cada um convida o seu melhor amigo. Todos colegas de profissão. Um deles conhece a moça certa; o outro, o espaço certo. Quatro homens num quarto escuro à espera. E ainda o recepcionista da obscura pensão, intermediário voyeur entre o serviço e os clientes. Mas um deles esconde ainda um último segredo para a ocasião. Só falta chegar a “cereja no topo do bolo”: o que acontecerá quando aparecer "Lou Lou"?
Ficha Técnica e Artística Texto e encenação: Nuno Vicente Cenografia e Guarda-Roupa: Joana Mendão (com André Sobral) Montagem: Nuno Teixeira Fotografia: Francisco Gomes, Paulo Martins Interpretação: André Sobral, FIiipe Araújo, João Mais, Paulo Campos dos Reis, Paulo Martins, Ricardo Soares e... "Lou Lou" Produção: Rui Braz Agradecimentos: Flávio Tomé Media Partners: Jornal de Sintra, Jornal da Região, Correio de Sintra, Cidade Viva, Actual Sintra Apoio: Câmara Municipal de Sintra, Café-Bar 2 ao Quadrado, Chão de Oliva - Centro de Difusão Cultural em Sintra
Os Ensaios:
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Fotos de Cena:
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Música escrita para teatro, sem ele. Em palco, agora sem actores, expondo a sua dramaturgia própria, arrisca revelar-se mais leitura, do que função. Não lugar, afinal, de uma subordinação funcional de outras artes ao texto, corpo e voz, é o Teatro lugar de plena copresença. É por isso não só possível, mas revelação do outro teatro do teatro, escutar, por si, a presença subtil de música composta com ele. Tal pode até mesmo revelar o seu lugar, não ilustrativo ou de pontuação, mas de sintaxe. Essa a possibilidade proposta, e arriscada, por este concerto: ouvir música feita com teatro, sem ele. Sobreposta aquela dramaturgia de cada uma das suites de peças apresentadas, terá o concerto uma narrativa outra, também outra de nós: o regresso à tonalidade maior. Subida ou descida - sentido sempre duplo, que é dado semanticamente pelo termo ‘escala‘, o de um conjunto estruturante de relações entre notas musicais, mas também o de escada - esse regresso será também viagem até à infância, ao tempo, etimologicamente, da não-fala: do não-texto. Ouvir-se-ão suites ou sequências - espaços sonoros, narrativas, questionamentos, diálogos e silêncios próprios - criadas para peças que a Utopia Teatro levou à cena nos 15 anos de existência, que este concerto também comemora. Suites onde se apresentará não só o que naquelas peças se ouviu, mas o que então composto, acabou por nelas não ter lugar. Outras peças ainda terão nessa noite a sua primeira audição. Piano apenas. A ele se acrescentará, em algumas suites e peças, um importante violoncelo. Também um actor convidado, que reapresentará o recitativo de “Henrique IV, o Rei Louco, DRESS-UP”, (a partir) de Pirandello, já levado à cena. Se a música é invisível, se é a u-topia o não-lugar, o não-lugar de ver é lugar de ouvir. Ainda: pode ser da música dar-se com texto, corpo e voz, a ver; pode ser do teatro dar-se, sem texto, a ouvir.
Ficha Técnica e Artística Composição e Piano: Bruno Béu Violoncelo: Nelson Ferreira Actor Convidado: Paulo Campos dos Reis
Só no reduzido espaço da Vila Velha e em seu redor existem quase uma vintena de fontes, fontanários, bicas e nascentes: uma multiplicidade de aproveitamentos da água verdadeiramente ímpar. Compreende-se assim a importância histórica e lendária da ligação de Sintra às águas.
Infelizmente, em muitas destas fontes, há muito que a água desapareceu. De seguida, são os vestígios materiais destas fontes que desaparecem e, por fim, a própria memória delas se esvai.
A construção deste trabalho, Água Moura, pretende resgatar essa memória, buscar os vestígios, invocar as águas e, com elas, todo o património Sintrense. Não só a História é chamada aqui: "relendo" e "reinventando" lendas a partir de factos históricos, relacionando os espaços públicos das fontes com a Sintra lendária e sobrenatural de que a abundância e qualidade das águas é um dos atributos, recuperamos um dos seus eixos simbólicos.
Às fontes ancestrais deve Sintra o seu microclima único e a sua vegetação variada e esplendorosa. Desta inspiração decorreram depois as inúmeras manifestações físicas – palácios, palacetes, jardins imaginados e caminhos iniciáticos – e imateriais – poemas, romances, canções e filmes – dos sonhos inspirados de tantos homens, constituindo a sua Paisagem Cultural, tão justamente reconhecida como Património da Humanidade. Possam os próprios Sintrenses nunca esquecer este legado e proteger as suas fontes como exemplo maior dessa mesma Humanidade.
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Água Moura é um espectáculo de teatro de rua itinerante, que convida os espectadores a acompanhar cinco actores e actrizes e dois músicos à descoberta de seis das mais emblemáticas fontes do Centro Histórico da Vila Património da Humanidade e suas “novas estórias de mouras encantadas para jograis e trovadores”.
Recriámos seis "lendas" que jogam com certos factos históricos ou pitorescos que todos reconhecem como património lendário da Vila de Sintra e juntámos mais de uma dúzia de personagens dos séc. XII ao XVI para animar as noites da Vila num percurso nocturno, de fonte em fonte, de estória em estória, recriando o ambiente mourisco das mil e uma noites que anima ainda o espírito de Sintra.
Água Moura é uma viagem ao património cultural vivo de Sintra, povoado de saloios e frades de pança, almoxarifes e ciganas, judias e beatas, senhores feudais e vendedeiras de fruta: uma mão-cheia de coloridas personagens interpretadas por cinco actores e actrizes, acompanhados por dois músicos que executam, ao vivo, cantigas medievais, renascentistas e outras.
É um policial falhado – ou de tiro ao lado. Não tem um morto – mas tem um rapto. Tem detectives – mas incapazes de desatar nós ao novelo. Tem três espias – mas uma delas só quer ir para o convento. Não tem tiroteios – mas há uma arma a rolar de mão em mão. Em Policial 2 – Chinese Connection há documentos tão secretos que para sempre secretos ficam. Há duas suspeitas e uma mulher indecisa que faz de todos indecisos. Tudo se passa em mais uma festa de família Galiano, desta feita em redor de projecções de cinema com bobines de película misteriosas e a luz a falhar vezes de mais. É uma festa que “descolou” e na qual ninguém sabe bem como se comportar a cada novo golpe de surpresa – público incluído. Sair deste espectáculo com mais pistas obscuras que respostas claras é garantido. Afinal, até mesmo entre a família Galiano ninguém parece saber muito. Atreva-se a aceitar o convite para esta festa de família invulgar. Atreva-se a fazer parte desta vertigem.
Trailer Assista a um excerto do espectáculo (gravado na Casa de Teatro de Sintra).